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E ste mês eu iria começar uma série de artigos referentes à ferramenta “Mapa do Futuro”, que vai auxiliar você a ter uma ideia de como será sua vida dentro de alguns anos, e dar dicas para aumentar seu grau de sucesso nessa caminhada. Porém, com as Olimpíadas do Rio ainda frescas na memória de todos, senti que não poderia perder a oportunidade de escrever um artigo contando as 3 grandes lições que podemos aprender com os Jogos Olímpicos e impactar as nossas vidas!

A ABERTURA

A crise política do Brasil, o hábito do improviso e os problemas na preparação para as Olimpíadas geraram críticas e uma enorme desconfiança mundial com relação ao evento e à qualidade de sua abertura.  A bem da verdade, acho que você também estava com um frio na barriga em ver uma abertura vergonhosa, que manchasse de vez nossa imagem, não é? E o que foi que vimos? Apesar da falta de verbas, ela foi fantástica, inovadora, marcante e elogiada por todos!

■ LIÇÃO 1: Há momentos da vida onde as pessoas vão desacreditar de você, de suas ideias, de seu potencial. Dá raiva, não? Canalize essa energia de modo positivo, começando desde já a montar o planejamento e as ações para atingir seus objetivos e sonhos. Não dê desculpas pela falta de recursos; compense-a com criatividade. Pessoas que superaram grandes obstáculos renascem mais ousadas e criativas para a vida. O Japão é um exemplo de país que aprendeu a compensar suas limitações geográficas e de recursos naturais com criatividade, resiliência, foco e disciplina. Enfim, prepare-se, comece já seu projeto e no momento certo: SURPREENDA!!

AS DERROTAS

Uma derrota não desmerece o que foi feito no passado. A derrota é uma oportunidade de crescimento, se a aceitarmos como tal. Para isso, é preciso ter humildade para reconhecer os erros (entenda bem, autocrítica não é autopunição), estudar, focar em objetivos definidos com atitude positiva. Há quem viva se lamentando pelas derrotas… nesse caso, ficar preso ao passado é o apego ao vitimismo… E os vitoriosos não se fazem de vítimas.  A seleção brasileira de futebol, por exemplo, no início entrava em campo sob a pressão por resultados e, de certa forma, presa ao medo, ao pessimismo devido aos resultados passados. Podemos entender que essa carga negativa, além dos problemas técnicos e de liderança, influenciaram nos resultados, apesar do apoio inicial vindo das arquibancadas. Nos momentos em que os jovens jogadores extraíram o melhor de si e do conjunto, bloqueando o medo, os resultados foram muito melhores.

■ LIÇÃO 2: O meio externo tem poder de influenciar, mas a força construtora ou destruidora vem de dentro de cada um. O lado bom é que você tem o poder de escolher qual das duas pretende usar.

AS VITÓRIAS

Todos entram para ganhar. A diferença é de que modo você entra pra ganhar. Como você se prepara para ter o melhor rendimento? Toda pessoa bem sucedida teve que doar algo em troca, e o tamanho do ganho é equivalente ao tamanho dos sacrifícios que concedeu. Por sacrifícios, eu me refiro a mudança de atitude e comportamento, tempo de aprendizado e exposição a riscos. Trocar alguns jogos de futebol por estudo. Trocar algumas baladas por noites e fins de semana que podem durar meses ou anos dedicados a um projeto (por exemplo, passar em um concurso ou dedicar-se ao empreendimento).
Não precisamos almejar atingir o desempenho de um supernadador como Michael Phelps, nem de um corredor como Bolt.  Não nesse primeiro momento. Nem vamos entrar em discussão sobre efeitos do dopping agora.  Vamos nos modelar naqueles campeões que subiram aos pódios, que fizeram algo a mais durante 4 anos. “São 4 anos em um dia”, como disse o judoca Tiago Camilo. Mas ao contrário das Olimpíadas, se hoje você está melhor do que ontem, então já pode comemorar sua vitória.

■ LIÇÃO 3: Como disse antes, todos entram numa competição para ganhar, mas a diferença do resultado depende de 4 fatores principais: do modo, do preparo, do propósito e do sacrifício que se está disposto a fazer para abraçar sua conquista.
Se você mentalizar de forma clara seus objetivos, qual o nível de energia você está dedicando nesses 4 fatores? Energia baixa de quem desiste sem nem começar, energia de bateria de celular, que acaba quando mais se precisa dela, ou energia de um campeão que enfrenta todos os revezes até atingir seus objetivos?

Pense nisso, e nos encontramos na próxima edição, que estará imperdível.

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