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O Tribunal Regional de Nagoya ordenou ao Estado (governo do Japão), em veredicto emitido no dia 18 de outubro, o pagamento de 15 mil ienes de indenização a Masuo Yamaguchi, prisioneiro detido na Casa de Detenção de Nagoya e condenado a morte por assassinato.

Masuo foi condenado a morte por ter assaltado e assassinado duas pessoas na província de Mie-ken. Na Casa de Detenção, o prisioneiro pediu material de informação detalhado e fotos do local da execução da pena de morte, mas não foi atendido.
O condenado entrou com um processo na justiça alegando que o Estado estaria restringindo o seu direito de se informar a respeito da execução da pena de morte a que foi condenado, alegando que isso é ilegal. Ele exigiu uma indenização de 300 mil ienes na Justiça.

O diretor da Casa de Detenção se defendeu com argumentos de que “um condenado a morte estaria numa situação psíquica especial, e o fato dele se informar sobre a execução poderia levá-lo ao suicídio”.
O juiz não achou procedente os argumento da defesa e deu ganho de causa ao condenado, ordenado o pagamento de 15 mil ienes de indenização ao assassino.

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