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O Comitê de Pesquisa de Terremotos do governo japonês considera que as atividades sísmicas nas regiões afetadas pelo Grande Terremoto do Leste do Japão em 2011, continuam intensas desde a tragédia.

Os resultados do estudo foram divulgados na segunda-feira (11), após uma reunião dos membros do comitê. Os especialistas do governo consideram que a área que vai da baía de Iwate, no norte do país, até o leste da baía de Chiba, continuam a sofrer com vários abalos sísmicos.

O cálculo realizado pela equipe de especialistas chegou a conclusão que o número de tremores acima da escala japonesa 1 no último ano, foi de 1,5 vez maior do que antes da grande catástrofe.

O governo concluiu a partir desses dados que as atividades sísmicas na região continuam intensas e que terremotos de magnitude acima de 4 podem atingir a região com alguma frequência e provocar danos.

Por outro lado, embora as chances de um tremor até a escala 7.5 nos próximos 30 anos seja acima de 90%, são mínimas as chances de um terremoto de magnitude 9.0, igual ao que atingiu a região de Tohoku em 2011.

O líder do comitê, Naoshi Hirata, disse que “mesmo depois de passados 8 anos do desastre, as influências continuam a ser sentidas na região”. O comitê de Hirata concluiu que nas áreas afetadas e próximas ao terremoto de 2011 ainda devem ocorrer terremotos e até mesmo a possibilidade de grandes ondas, como o tsunami que atingiu a costa de Fukushima.

Fonte: TBS NEWS, NHK WEB NEWS

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