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As “bagagens” foram a principal queixa dos usuários de trem e metrô do Japão em 2018, segundo pesquisa realizada pela Associação de Companhias Ferroviárias Privadas do Japão.

O levantamento reuniu um total de 73 empresas, que entrevistaram 2686 pessoas pela internet.

A principal queixa de maus hábitos foi a forma como certos passageiros carregam e deixam suas bagagens. Com o aumento das chamadas “mochilas de negócio”, mais japoneses entram com elas no trem e metrô, deixando pouco espaço para outros passageiros.

Modelos de malas de negócios

Até então, as tradicionais malas de trabalho eram o modelo predileto dos trabalhadores assalariados e dos passageiros, já que ocupavam pouco espaço e podiam ser colocadas no compartimento de bagagens localizado na parte de cima dos assentos.

Em segundo lugar ficaram as conversas e a agitação dos outros passageiros, com a forma de se sentar em terceiro lugar entre as reclamações.

Um detalhe que chama a atenção é que o topo da lista nunca havia sido ocupado pelas “bagagens”. Há 9 anos o item era apenas o 12° colocado, subindo para 4° há dois anos e 3° no ano passado.

Em 2018 ultrapassou as “conversas e agitações dos demais passageiros” que pela primeira vez em 9 anos deixou de ocupar o topo da lista.

O aumento no número das chamadas mochilas de negócio tem como plano de fundo o aumento na quantidade de smartphones, com muitos passageiros preferindo malas que fiquem nas costas e que deixem as mãos livres para manusear o aparelho.

Outro motivo é a necessidade de carregar itens de primeira necessidade, como produtos de primeiro socorros ou anti-terremoto, aumentando a importância de uma mochila espaçosa.

Apesar da praticidade, as companhias de trem e metrô do Japão estão alertando os passageiros com pôsteres e avisos dos incômodos que o objeto pode causar aos outros passageiros.

Fonte: NHK WEB NEWS 

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