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A pedido do presidente da república Jair Bolsonaro, a embaixada do Brasil em Tóquio, promoveu um encontro com os brasileiros residentes no país. A reunião contou com cerca de 90 participantes formados por operários, empresários, educadores e jornalistas. “Bolsonaro foi eleito com mais de 90% de votos no Japão”.

Na bancada do presidente estavam: General Augusto Heleno, ministro Ernesto Araújo,  Eduardo Saboia embaixador do Brasil no Japão e o deputado Luiz Nishimori (PL)

Eduardo Saboia iniciou o discurso falando da trajetória dos brasileiros no Japão durante os 30 anos de imigração, das dificuldades e das conquistas.
General Augusto Heleno, criticou a “esquerda” e disse que o Brasil estava a beira do precipício antes do governo Bolsonaro. (Assista as lives abaixo)

Medidas mais rígida contra manifestantes que depreciam patrimônio público estão sendo estudadas. De acordo com Bolsonaro, esse tipo de ação deve ser considerada terrorismo.

Arthur Muranaga, (IPC World) presidente do Conselho de cidadãos de Tóquio, reforçou a crença de um país melhor comandado por Jair Messias Bolsonaro. Em seguida convidou ao púlpito os presidentes dos Conselhos de Cidadãos Edilson Kinjo (Nagóia) e Eber Toyohashi (Hamamatsu).  Arthur, fez questão de dizer que o peso de todos os conselhos são iguais e por esse motivo é importante ouvir o que os outros conselhos também tem a dizer.

Eber, fez um convite para todos visitarem Hamamatsu durante as olimpíadas de 2020, ele ressaltou que a cidade vai acolher a comissão dos atletas brasileiros paraolímpicos.
Edilson Kinjo, fez um pedido para o presidente Jair Bolsonaro, o desejo do brasileiro é poder levar até o gabinete do presidente as demandas da educação das crianças brasileiras residentes no Japão.

VISTO PARA YONSEI
Um dos assuntos mais aguardados desse encontro não foi debatido por falta de “oportunidade” . A flexibilização do  visto para Yonsei “ nikkeis da quarta geração”. Os Yonseis, alegam discriminação por parte do governo japonês e descaso por parte do governo brasileiro. A comunidade de Yonseis clama por igualdade nos vistos e reclama das inúmeras restrições dentre elas as provas de proficiência do idioma japonês de nível, limite de idade até 30 anos e não poder trazer o cônjuge e filhos.

Jhony Sasaki, lamenta o tema não ter sido pautado nesta reunião.

Lembro que no final da década de 80 quando o boom decasségui começou o Brasil recebia mais remessas de dinheiro em dólar do que conseguia com a exportação de café.
As famílias que recebiam esse dinheiro no Brasil contribuiu de forma direta ou indireta na economia local, fosse com a compra da casa própria ou gerando empregos no comércio e graças a esses “decasséguis” pais puderam proporcionar uma educação melhor e uma vida mais confortável para seus filhos. O Japão também se beneficiou da mão de obra brasileira que contribuiu para manter e aumentar a produção nas fábricas.

VEJA AS LIVES 1

VEJA LIVE 2

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