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Navios de pesquisa marítima da China entraram na metade de dezembro, na ilha de Oki no Tori, ao sul do Japão.

O caso foi revelado pela imprensa japonesa na mesma semana da invasão, mas o Ministério das Relações Exteriores da China só comentou sobre o assunto na quarta-feira (2) durante uma coletiva de imprensa.

O território de Oki no Tori fica no extremo sul do Japão, próximo as Filipinas, sendo considerado parte da província de Tóquio.

Apesar do território pertencer ao Japão e fazer parte de sua Zona Econômica Exclusiva, países como China, Taiwan e Coreia do Sul protestam contra a soberania japonesa.

A China admitiu na quarta-feira que os navios de pesquisa do país entraram na ilha para fazer pesquisas científicas.

Pelas leis internacionais, um país não pode entrar na Zona Econômica Exclusiva de outro país sem a permissão deste. Sendo Oki no Tori uma ilha, por menor que seja o seu território, ela ajuda a expandir os limites geográficos de uma nação.

No entanto, o Ministério das Relações Exteriores da China não considera que o território de Oki no Tori seja uma ilha, o que automaticamente, significa dizer que a região não pertence a Zona Econômica Exclusiva do Japão.

O ministério chinês disse que “O governo japonês apenas nomeou por conta própria o território como ilha e o colocou sob sua Zona Econômica Exclusiva, porém a China não aceita a justificativa japonesa”.

A China considera que não houve invasão e as pesquisas foram realizadas dentro das leis do direito internacional.

O governo japonês protestou contra as declarações do Ministério das Relações Exteriores da China, através de sua embaixada em Pequim.

Fonte: NHK WEB NEWS

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