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BRASÍLIA – A desigualdade de renda no Brasil atingiu o maior patamar já registrado no primeiro trimestre de 2019, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A base do estudo é o índice Gini, que analisa a desigualdade de renda em uma escala de 0 a 1. Quanto mais próximo de um, maior a desigualdade social. No caso do Brasil, o índice ficou em 0,6257. A estatística vem subindo desde setembro de 2015.

A pesquisa concluiu  também que a estagnação econômica do país tem atingido de forma mais intensa as classes econômicas menos privilegiadas da sociedade, como pode ser visto abaixo:

  • Antes da crise, os mais ricos tiveram aumento de 5% da renda acumulada; os mais pobres, de 10%
  • Após a crise, a os mais ricos tiveram aumento de 3,3% da renda acumulada; os mais pobres, queda de mais de 20%
  • em 7 anos, a renda acumulada dos mais ricos aumentou 8,5%; a dos mais pobres caiu 14%

A situação de emprego no Brasil só deve melhorar com o PIB crescendo e a economia aquecida, algo que não deve acontecer em 2019 com a previsão de 1,5% de crescimento do Produto Interno Bruto.

Fonte: G1 

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