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Ficar doente em um país estrangeiro sem saber se comunicar bem no idioma local, deixa o paciente muito inseguro, ansioso e desorientado para uma consulta médica.

Você poderá facilitar uma consulta médica organizando o que levar e o que falar no momento do seu atendimento. No Japão, é importante levar o cartão do Seguro de Saúde (HOKENSHOU)  e também o cartão de consulta do hospital ou da instituição médica em que está acostumado a ser atendido (SHINSATSUKEN) , se o tiver, além de outros cartões de subsídio do governo, caso seja beneficiado.

As consultas no Japão são curtas e rápidas, por isso, para não esquecer de referir ao médico no momento do atendimento, aconselha-se levar anotado as características dos sintomas presentes: sintoma principal e os secundários, o local onde sente e como é, tempo em que iniciou, a sua duração, a sua frequência, o que faz piorar ou melhorar.

Se puder levar as palavras chaves traduzidas (mesmo que seja em ROMAJI) poderá mostrá-lo e facilitar a comunicação médico-paciente. Se a consulta for de controle e acompanhamento com medicação, anotar melhora ou piora com o seu uso. Não esquecer também de anotar as dúvidas que queira esclarecer.

É importante deixar por escrito, o nome dos medicamentos em uso, e principalmente daquele que for alérgico. No caso das mulheres, levar anotado as datas das últimas 3 menstruações e referir caso esteja grávida ou suspeite de uma gravidez. No caso de bebê com diarréia, ficará mais fácil do pediatra entender as características das fezes se levar a fraldinha suja, assim ele poderá avaliar a cor, a consistência, a presença de muco, sangue etc.

Por Dra. Elza Nakahagi
Médica do SABJA-Disque-Saúde do Conselho de Cidadãos do Consulado Geral do Brasil em Nagoya
(Atendimento gratuito: 050-6864-6600 / 080-4083-1096)

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