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Tóquio- Fazer o teste do Covid-19 “coronavírus” no Japão, pode ser mais difícil do que se imagina mesmo para um japonês. Imagine como é para um residente ou visitante estrangeiro.

Ana, uma australiana que vive no Japão há 6 anos e fala nihongo fluente, estava com febre e dificuldades para respirar. Por causa desses sintomas entrou em contato com várias clinicas para tentar fazer o teste do coronavírus. Na mesma noite de sexta-feira (20), ela foi por conta própria até um hospital na cidade de Tóquio e foi atendida na emergência. Ela só conseguiu fazer o teste de Influenza que testou negativo. Ana retornou para casa com remédios para resfriado e analgésicos.

No dia seguinte em outro hospital ela conseguiu ser atendida e fez uma tomografia computadorizada e um exame de sangue. Os exames confirmaram que Ana, estava com pneumonia, o médico escreveu uma carta de referência permitindo que ela fizesse um teste de alergia da polimerase (PCR) para o coronavírus.

Após ligar para o hospital público ao qual foi encaminhada, Ana foi informada de que não haveria como ela ser atendida. Só seria possível atende-la na segunda-feira e que ela deveria ligar para os centros de saúde de Nakano e Nerima.

Para surpresa da australiana os dois números de telefone reproduziam apenas mensagens gravadas com instruções de atendimento e consulta. Na segunda-feira após apresentar a carta de recomendação  no centro médico, Ana fez o teste de PCR e um raio-X. Como seu caso não foi considerado critico, ela retornou para casa enquanto aguarda os resultados dos exames.

“Se for positivo, eles ligarão. Se negativo, eles enviarão uma carta ”, disse Ana.

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