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Ghosn critica sistema de justiça japonês ‘anacrônico’ na primeira entrevista coletiva desde que fugiu do país.

O ex-presidente do Conselho de Administração da Renault-Nissan, Carlos Ghosn, falou nesta quarta-feira (08/01), durante uma coletiva de imprensa em Beirute, capital do Líbano. Carlos afirmou ter provas que comprovam sua inocência. Também criticou executivos do conselho da Nissan e as autoridades japonesas, alegando que foi brutalmente separado de sua família e seus amigos por promotores do Japão. “O objetivo desse sistema é obter uma confissão que não necessariamente condiz com a verdade”, disse o executivo durante a coletiva. “São indivíduos vingativos e sem escrúpulos da Nissan com o apoio do Ministério Público de Tóquio”. Disse Carlos.

“Fui interrogado dia e noite sem a presença de um advogado. Foram violados os princípios de direitos humanos. As acusações não são verdadeiras e eu não deveria ter sido preso”. Disse Ghosn.

Carlos Ghosn também disse aos repórteres que não escapou da justiça, mas que fugiu da justiça e perseguição.
“Foi a decisão mais difícil da minha vida. Lutei para provar a minha inocência.” Ele também nomeou pessoas que acredita estarem envolvidas com a “conspiração da Nissan para expulsá-lo. 

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