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Depois de uma onda de “notícias” falsas relacionadas a falta de produtos de primeira necessidade ao novo coronavírus, milhares de pessoas foram as compras em todo Japão em busca de alimentos e produtos de higiene. Os fake news, surgiram principalmente nos Twitter e posteriormente migraram para o Facebook e grupos de contato como Line e WhatsApp. O pânico generalizado fez o “Fake News” se tornar realidade e isso fracionou uma serie de produtos, incluindo mascaras, arroz, tissue, água e até papel higiênico, dentre outros itens. Milhares de pessoas começaram a tirar fotos de prateleiras vazias em mercados e postaram nas redes sociais, essa ação contribuiu para o desespero da população que começou a estocar uma série de produtos de forma inconsciente e isso gerou uma reação em cadeia. As empresas de transportes e os fabricantes não conseguiram ajustar-se a demanda na mesma velocidade.

Entenda o sistema de logística do Japão.
A falta de espaço nos estabelecimento e a ótima logística do país faz o comércio não precisar de grandes estoques. A reposição é feita de forma ordenada e entregue por empresas de transportes diariamente. Quando uma eventualidade como o “coronavírus ” acontece, isso pode acelerar o consumo e as empresas não conseguem repor a demanda de forma eficaz devido a quantidade de pedidos simultâneos. Nessa ocasião especifica as “Fake News” fez o consumidor estocar mais do que ele precisava.

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