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TÓQUIO – Na quinta-feira (23) faltarão exatos um ano para a realização dos Jogos Olímpicos de Tóquio, mas a forma como será realizado o torneio preocupa as autoridades japonesas.

Com o adiamento dos jogos em um ano, o tema agora é como realizar o evento em meio a pandemia de COVID-19. Embora a expectativa é que uma vacina contra o vírus esteja disponível no fim ou começo do ano, não se sabe se ela chegará em todos os lugares do mundo, por isso as medidas contra a COVID-19 serão necessárias caso o evento seja realizado em julho do ano que vem.

A edição de 2021 está marcada para os dias 23 de julho até 8 de agosto. Serão 33 competições diferentes e 339 modalidades. O número esperado de atletas é acima de 10 mil.

A ideia do Comitê Olímpico japonês é realizar o evento mesmo que a pandemia não esteja totalmente erradicada em julho do ano que vem. O plano é ter uma possível vacina para todos os atletas e envolvidos nas competições, exames de PCR e todo o sistema médico e de saúde pronto. Além disso, o ambiente de treino, as instalações, a logística e a forma de administrar cada competição dos jogos são temas que o Comitê terá que repensar diante da pandemia.

A decisão das medidas de segurança para os Jogos será tomada ainda este ano entre o governo central e o governo de Tóquio. As autoridades japonesas já deram a entender que reduzirão os custos para a realização dos Jogos, em parte, porque o público esperado é menor do que o inicial.

 

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