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TÓQUIO – O governo japonês sinalizou que pretende remover o Estado de Emergência de todo o país na segunda-feira (25).

Atualmente Tóquio, Kanagawa, Chiba, Saitama e Hokkaido permanecem no Estado de Emergência. Tóquio, Kanagawa e Hokkaido seguem como as províncias a registrar mais casos do COVID-19 diariamente, enquanto em Chiba e Saitama a situação melhorou nos últimos dias.

No dia 25 de maio, autoridades do governo do primeiro-ministro Shinzo Abe e o próprio premiê se reunirão com especialistas para discutir sobre o fim do Estado de Emergência em todo o país.

O número de novos casos em Tóquio na sexta-feira foi de apenas 3 pessoas, com os números da última semana ficando abaixo do estipulado pelo governo japonês.

No caso da proporção de infectados em uma semana para cada 100 mil pessoas ficar abaixo de 0,5 pessoa em uma província, o governo desta província pode optar pela retirada do Estado de Emergência.

Tóquio, Chiba e Saitama estão dentro das exigências, mas Kanagawa e Hokkaido seguem acima.  Apesar dos números acima do exigido em Kanagawa e Hokkaido, o ministro da Revitalização Econômica do Japão, Yasutoshi Nishimura, acredita que a situação nas duas regiões esteja se estabilizando.

“Nas duas regiões o número de novos casos está diminuindo e o sistema médico também está sendo melhorado”, disse Nishimura a jornalistas na sexta-feira.

Pessoas ligadas ao governo japonês acreditam que o país inteiro sairá do Estado de Emergência se o número de novos casos do COVID-19 não aumentar no fim de semana.

Caso o Japão remova o Estado de Emergência, o governo central passará a discutir medidas para reativar a economia do país, que entrou em recessão no mês de maio.

Grandes eventos, pontos turísticos, lojas e supermercados devem ser reabertos, assim como, o fluxo de pessoas entre as regiões voltará a normalidade. O governo pretende estabelecer as diretrizes para a reativação da atividade econômica no país.

As decisões do fim do Estado de Emergência e reinício das atividades econômicas serão tomadas em conjunto com os governadores e demais políticos de cada região.

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