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O governo japonês deseja que o atual presidente do Banco Central, Haruhiko Kuroda (73), siga a frente do comando da instituição por mais um mandato de 5 anos.

O atual mandato de Kuroda termina em abril desse ano, mas o governo já sinalizou que pretende mantê-lo no cargo e encaminhou a indicação para o parlamento.

Entre as metas estipuladas por Haruhiko em seu primeiro mandato estava o 2% de inflação ao ano e um agressivo afrouxamento monetário. A meta estipulada de inflação não foi alcançada, mas a economia japonesa segue na sua melhor fase de expansão dos últimos 20 anos.

As medidas monetárias de Haruhiko também vão de encontro a política econômica do primeiro-ministro japonês Shinzo Abe, conhecida com Abenomics.

Por esse motivo, a renovação do mandato de Haruhiko é dada como quase certa pelo governo japonês, visto que tanto o governo, quanto o primeiro-ministro tem confiança no trabalho do atual presidente do BC.

Além disso, há um desejo por parte do governo japonês de manter a sua atual política monetária, pois isso traz confiança e previsibilidade aos investidores.

Como vice de Haruhiko, o governo indicou Masazumi Wakatabe, acadêmico da Universidade de Waseda, e Masayoshi Amamiya, diretor executivo do Banco Central do Japão.

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