A JAL anuncia vendas recordes de 2 trilhões de ienes no ano fiscal de 2025 graças à forte demanda.

A JAL anuncia vendas recordes de 2 trilhões de ienes no ano fiscal de 2025 graças à forte demanda.

TÓQUIO – A Japan Airlines Co. anunciou nesta quinta-feira que sua receita aumentou 9,1% em relação ao ano anterior, atingindo o recorde de 2,01 trilhões de ienes (US$ 12,5 bilhões) no ano fiscal encerrado em março, o maior valor desde sua reabertura à bolsa em 2012, impulsionada pela forte demanda por viagens nacionais e internacionais.

Seu lucro líquido para o ano fiscal de 2025 saltou 28,6%, para 137,60 bilhões de ienes, graças ao aumento no número de viajantes, incluindo aqueles que viajam a negócios e turistas estrangeiros.

O número de passageiros domésticos aumentou 5,8%, atingindo 38,23 milhões, enquanto o número de viajantes internacionais cresceu 5,6%, chegando a 8,01 milhões.

Para o atual ano fiscal, que começou em abril, a empresa manteve suas previsões anunciadas em março, afirmando que poderia lidar com condições globais "severas", como a situação tensa no Oriente Médio.

O grupo prevê que o lucro líquido caia 20,1%, para 110 bilhões de ienes, em parte devido ao aumento dos custos de manutenção, enquanto as vendas devem crescer 4,1%, para 2.100 trilhões de ienes.

A companhia aérea afirmou em uma coletiva de imprensa na quinta-feira que planeja compensar o impacto do aumento dos preços dos combustíveis com medidas de apoio, incluindo auxílios governamentais e sobretaxas de combustível mais elevadas.

A JAL deverá aumentar as taxas adicionais para voos internacionais em maio.

Entretanto, a ANA Holdings Inc. anunciou que seu lucro líquido para o ano fiscal de 2025 aumentou 10,5% em relação ao ano anterior, atingindo o recorde de 169,08 bilhões de ienes, impulsionado também pela forte demanda.

A receita aumentou 12,3%, para 2,54 bilhões de ienes, enquanto o lucro operacional subiu 10,6%, para 217,44 bilhões de ienes, ambos marcando níveis recordes, disse a empresa controladora da All Nippon Airways Co.

Para o ano fiscal de 2026, o lucro líquido deverá cair 43,2%, para 96 ​​bilhões de ienes, com uma receita de 2,77 trilhões de ienes, um aumento de 9,1%.

O grupo prevê que seu lucro operacional caia para 150 bilhões de ienes, em parte devido ao impacto da alta dos preços dos combustíveis em meio ao conflito no Oriente Médio.