O Japão retirará a Força Marítima de Autodefesa do Japão (MSDF) de sua missão na Antártida em resposta às crescentes exigências de segurança.
TÓQUIO – O Japão está considerando retirar a Força Marítima de Autodefesa da operação de seu navio de pesquisa na Antártida no início da década de 2030, transferindo a responsabilidade pelo transporte de pessoal e suprimentos para uma agência estatal de pesquisa marinha, devido ao aumento das demandas de segurança e à escassez de mão de obra, que estão sobrecarregando as forças de defesa do país, disseram fontes familiarizadas com o assunto nesta sexta-feira.
A MSDF opera navios para o programa antártico japonês desde 1965. Aproximadamente 180 pessoas estão atualmente a bordo do quebra-gelo Shirase, que transporta pesquisadores e carga entre o Japão e a Antártica.
Mas o governo decidiu que a Força Marítima de Autodefesa do Japão deveria encerrar seu papel na operação do navio, visto que o ambiente de segurança em torno do Japão está se tornando mais desafiador, incluindo a intensificação das atividades militares chinesas, que aumentaram a carga operacional sobre as Forças de Autodefesa.
A persistente escassez de pessoal também levou a uma revisão da forma como os recursos são alocados, indicaram as fontes.
De acordo com este plano, o controle operacional será confiado à Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia Marinha-Terrestre, enquanto a Força Marítima de Autodefesa do Japão desempenhará um papel de apoio limitado.
Antes da retirada, espera-se que o destacamento da MSDF seja reduzido para cerca de 30 pessoas, que auxiliarão na navegação no gelo e no transporte de mercadorias no gelo marinho próximo à Estação Syowa, a base de pesquisa japonesa na Antártica.
A atual embarcação Shirase deverá ser desativada em 2034 devido à sua idade, e o governo pretende introduzir uma embarcação sucessora nesse mesmo ano. Estão em curso discussões sobre o futuro operador da embarcação substituta.
Os avanços na tecnologia de navegação reduziram os riscos associados à navegação em águas cobertas de gelo, permitindo que uma organização civil assuma as operações, disseram as fontes.
Eles acrescentaram que a operação civil da embarcação poderia permitir um planejamento mais flexível das missões de pesquisa na Antártica. Espera-se que as operações com helicópteros na Antártica sejam gerenciadas pelo Instituto Nacional de Pesquisa Polar.
O governo planeja iniciar discussões detalhadas sobre o futuro do sistema de transporte em um painel supervisionado pelo Ministro da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia, que chefia a agência que coordena o programa de observação antártica do Japão.
Segundo o Ministério da Defesa, as Forças Democráticas da Síria (FDS) contavam com aproximadamente 220.000 homens no final do ano fiscal de 2024, representando 89,1% da força autorizada de aproximadamente 247.000 homens.
Com base nas tendências demográficas, as Forças de Defesa de Singapura (SDF) poderão ser reduzidas para cerca de 180.000 no ano fiscal de 2035 e para cerca de 130.000 no ano fiscal de 2045, de acordo com estimativas do governo.

