O apoio linguístico nas escolas será reforçado em resposta ao aumento do número de estudantes estrangeiros.
Para ajudar as crianças que precisam de aulas de japonês, o Ministério da Educação planeja Aumentar o número de professores de línguas, reconhecendo-os como parte do corpo docente da escola.
O estatuto dos professores de língua japonesa, que anteriormente dependia de voluntários e outros, será substituído pelo de funcionários escolares.
Esta decisão visa aumentar o número de professores de línguas e melhorar os serviços para um segmento da população estudantil que cresce rapidamente.
Segundo fontes próximas ao assunto, o ministério pretende alterar as normas de implementação da lei de educação escolar durante o ano fiscal de 2026.
Ao estabelecer formalmente suas funções perante a lei, o ministério pretende esclarecer sua necessidade e garantir uma força de trabalho maior e mais estável.
TENSÃO DE MODIFICAÇÃO FACIAL EM ESCOLAS
Em maio de 2023, o número de alunos da rede pública de ensino em todo o país que necessitam de aulas de japonês chegou a 69.123, incluindo aqueles de nacionalidade ou origem estrangeira. Esse número quase dobrou desde 2014.
Os assistentes de ensino de japonês apoiam o ensino do idioma nas escolas, enquanto a equipe de apoio à língua materna utiliza a língua nativa da criança para facilitar o aprendizado, a vida diária e a comunicação com os pais.
No entanto, seu número é limitado.
Durante o ano fiscal de 2023, havia apenas cerca de 7.800 assistentes de idiomas e 6.300 funcionários de apoio com domínio da língua materna.
Atualmente, são considerados funcionários externos sem vínculo jurídico formal, e mais de um terço são voluntários.
Crianças que necessitam de instrução em língua japonesa estão agora matriculadas em 37% (10.266) das escolas primárias e secundárias públicas.
Os padrões de matrícula mais comuns são um aluno por escola (3.510 escolas) e cinco ou mais alunos por escola (3.123 escolas). Há também 13 escolas com pelo menos 100 alunos necessitados.
Essa distribuição criou um duplo desafio: em regiões onde muitas crianças precisam de aulas de japonês, o número de funcionários de apoio não consegue acompanhar o rápido aumento; em regiões onde há menos dessas crianças, as escolas muitas vezes não têm a especialização necessária para atendê-las.
As línguas maternas das crianças também estão se diversificando.
MODELADO COM BASE EM SUCESSOS PASSADOS
O ministério está modelando essa mudança com base em uma emenda legal semelhante de 2017 para orientadores escolares e assistentes sociais escolares, que posteriormente levou a aumentos nos orçamentos e nos níveis de pessoal em todo o país.
O ministério planeja uma expansão semelhante para assistentes de ensino da língua japonesa e outros funcionários de apoio.
Além disso, o ministério planeja apoiar iniciativas que permitam que crianças de nacionalidades estrangeiras aprendam japonês básico e estudem os costumes em centros regionais, para ajudá-las a se adaptar à vida escolar no Japão. O objetivo é lançar esse projeto como um programa de "pré-escola" durante o ano fiscal de 2027.

