Negociador no Japão pedirá corte de tarifas de carros rápidos em viagens aos EUA

Os chefes de defesa do Japão e dos Estados Unidos estão discutindo o incidente com o radar chinês por telefone.

TÓQUIO — O ministro da Defesa, Shinjiro Koizumi, disse na sexta-feira que conversou por telefone com seu homólogo americano, Pete Hegseth, sobre o recente incidente de travamento de radar envolvendo caças japoneses e chineses.

Koizumi disse aos repórteres que o maior problema com o incidente do último sábado, que ocorreu em águas internacionais perto da prefeitura mais ao sul de Okinawa, foi que uma aeronave chinesa J-15 manteve seu radar apontado para um F-15 da Força Aérea de Autodefesa por cerca de 30 minutos em uma das duas ocasiões.

Pequim intensificou a pressão sobre Tóquio desde que a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, declarou ao Parlamento, em 7 de novembro, que uma eventualidade em Taiwan poderia constituir uma "situação de risco de vida" para o Japão, exigindo uma ação das forças de defesa do país em apoio aos Estados Unidos.

A China considera Taiwan parte de seu território e insiste que a questão de Taiwan é puramente um "assunto interno".

Koizumi também afirmou que ele e Hegseth discutiram na terça-feira a patrulha conjunta de longo alcance de dois bombardeiros chineses e russos sobre o Mar da China Oriental e o Pacífico, perto da ilha japonesa de Shikoku.