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O médico brasileiro, Luís Oyagawa, esteve na sexta-feira (24) em Hiroshima com outros dois médicos para conversar com vítimas da bomba atômica de 1945.

O objetivo da viagem é o de aprender novos métodos e técnicas para a cura e tratamento de vítimas de radiação. No Museu de Arquivos da Bomba Atômica, Luís teve a oportunidade de ouvir os relatos de Takashi Terashima, de 85 anos.

Terashima contou que tinha 12 anos quando a bomba atômica caiu na cidade. Ele morava a um quilômetro do epicentro da explosão. Ele conta que depois do forte feixe de luz provocada pela bomba, ele nunca mais encontrou a sua mãe.

O médico brasileiro comentou ter ficado triste com os relatos de Terashima e ressaltou ter sentido os horrores das armas nucleares e da bomba atômica.

O Brasil foi um país que recebeu muitos sobreviventes da bomba atômica e de Hiroshima no pós-guerra. Estima-se que existam cerca de 90 sobreviventes da bomba em solo brasileiro.

Luís e os outros médicos ficarão no Japão por mais três semanas, onde farão uma especialização para poder ajudar as vítimas da bomba atômica no Brasil.

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