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A represa de Kanogawa, em Ozu, na província de Ehime, conduziu uma descarga de água de emergência durante chuvas torrenciais  em 2018.

Aichi – Segundo pesquisa da Kyodo News, apenas 40% das barragens no Japão podem liberar preventivamente a água mantida nos reservatórios antes das fortes chuvas, para diminuir os riscos de inundação.

Após tufões recentes e outros incidentes climáticos extremos, a falta de uma função de pré-liberação forçou alguns operadores de barragens a realizar uma descarga de emergência somente depois que os níveis de água atingiram seu limite.  Durante as chuvas torrenciais no oeste do Japão em 2018, várias pessoas morreram em rios inchados depois que a água foi liberada.

O governo vem pedindo aos operadores de barragens que preparem a função para liberação estratégica e gerenciamento ativo dos níveis de água.  Mas o trabalho de melhoria provavelmente trará vários desafios, incluindo altos custos.

A pesquisa, realizada no mês passado, constatou que 246 das 559 barragens operadas por 57 organizações em todo o país são capazes de liberar água antes da previsão de chuvas.

Dos 45 operadores que disseram ter dificuldade em fazê-lo, eles citaram várias razões, incluindo as estruturas das barragens existentes, que podem não ter portas de descarga ou ter condutos de descarga com capacidade de drenagem limitada.

Um dos entrevistados, disse que se pré-liberar água, mas não chover, a escassez resultante acarretará riscos aos agricultores e às empresas de serviços públicos de água, afetando negativamente a sociedade em geral.

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