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O Ministério dos Transportes do Japão anunciou novas medidas para evitar casos semelhantes a da fuga de Carlos Ghosn.

O brasileiro saiu ilegalmente do país no dia 30 de dezembro de 2019 do aeroporto internacional de Kansai. A imprensa japonesa informou que as malas maiores dele não passaram por vistoria, além de Ghosn ter conseguido chegar ao aeroporto usando o trem, embora escondido dentro de um compartimento.

O governo japonês anunciou que todas as malas dos passageiros que partirem de voos particulares, como foi o caso de Ghosn, também terão que ter suas bagagens vistoriadas, independente do tamanho delas. A medida será adotada primeiramente no aeroporto de Narita, um dos maiores do país.

Apenas no ano passado, a área de voos privados foi usada 682 vezes em Narita, então espera-se que a quantidade de voos aumente ainda mais durante Tokyo 2020. Um local especial será usado para realizar a vistoria.

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