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O ministro das Finanças e vice-primeiro-ministro do Japão, Taro Aso, voltou a defender na terça-feira o aumento da taxa de consumo de 8% para 10%.

O motivo dado por Aso é o sistema de previdência social do país, que precisa de mais recursos para que continue funcionando e que também seja mais abrangente em termos de idade. O governo japonês fala também sobre um sistema mais estável, já que o atual está a beira de um colapso.

Depois do aumento nos impostos ocorrido na terça-feira, Aso pediu tempo para ver a reação da medida na economia japonesa, especialmente no consumo das famílias, uma das maiores fatias do PIB japonês.

O aumento de 8% para 10% começou a valer a partir de outubro, mas a sua adoção dividiu a sociedade e os políticos. O governo japonês não quis ceder a pressão e adotou a medida. Acredita-se que novos aumentos possam ocorrer nos próximos anos, uma vez que 10% não é suficiente para manter o sistema previdenciário do país funcionando.

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