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O Ministro das Finanças do Japão. Taro Aso, cobrou mais flexibilidade do Banco Central do Japão, que nas últimas semanas têm mencionado com frequência a meta de 2% de inflação

O ministro pediu ao banco que não fique preso demais a meta, pois isso pode afetar outros indicadores econômicos e tornar o processo de recuperação da economia japonesa mais lento e instável.

O Banco Central do Japão e o governo haviam estabelecido 6 anos atrás um acordo para trabalhar pelo fim da deflação no país, porém, desde então, pouco sucesso foi obtido pelos dois órgãos.

Taro Aso conversou com jornalistas na sexta-feira (15) e disse que “desde o anúncio conjunto do governo e do Banco Central várias coisas ocorreram e a situação mudou. Os que estão presos a meta de 2% de inflação são os jornalistas e o Banco Central, entre a população não tem ninguém que se importa com isso”.

Em seguida o ministro falou que “é importante pensar no fato de que ficar preso a meta de 2% pode levar a economia para rumos estranhos”. Taro Aso cobrou maior flexibilidade do Banco Central e das instituições financeiras do país.

O Japão vive décadas de deflação ou períodos com baixa inflação, sendo um dos poucos países do mundo a experimentar o fenômeno.

Fonte: NHK WEB NEWS

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