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Na China, mais de 66.000 pessoas já testaram positivo para o vírus. As autoridades de saúde do país disseram que mais 143 pessoas foram confirmadas mortas na sexta-feira – elevando o total para 1.523.

Muitas das mortes estão na província de Hubei, onde se acredita que o vírus tenha se originado.

O número de profissionais de saúde com coronavírus também está aumentando.

A Comissão Nacional de Saúde da China revelou na sexta-feira que mais de 1.700 equipes médicas já foram confirmadas como infectadas na terça-feira e seis delas morreram. Mais de 80% das infecções entre os trabalhadores foram registradas na província de Hubei.

Enquanto isso, o governo chinês enviou mais de 20.000 equipes médicas para todo o país para tentar conter o surto. Também está enviando 4.000 funcionários médicos das forças armadas.

Na sexta-feira em Pequim, um período de 14 dias de auto-quarentena foi imposto às pessoas que retornavam de suas férias.

Um jornal da capital diz que eles são aconselhados a ficar em casa ou em outro lugar. Aqueles que recusarem poderiam ser responsabilizados.

Em outro movimento, a Organização Mundial da Saúde diz que está enviando uma equipe à China neste fim de semana para analisar como a infecção se espalhou.

Eles disseram que 12 especialistas em saúde de todo o mundo estudarão sintomas e medidas preventivas com autoridades chinesas.

Sylvie Briand, da Organização Mundial da Saúde, disse: “É muito importante entender se isso aconteceu no setor de emergência ou se eles estavam tratando pacientes ou em algum outro lugar dentro das instalações do hospital”.

Fora da China continental, o vírus infectou mais de 600 pessoas em mais de duas dúzias de países e territórios. Três pessoas morreram – uma nas Filipinas, Hong Kong e Japão.

Um novo caso no Egito é o primeiro no continente africano.

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