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O Ministério do Trabalho, Saúde e Bem-Estar do Japão quer melhorar a lei para que os Centros de Bem-Estar Infantil de todo o país possam atuar com maior firmeza nos casos de abuso infantil.

A medida foi proposta depois do recente caso da menina Mia Kurihara, de 10 anos. Ela sofreu maus-tratos do pai e da mãe e morreu no mês passado.

Além do caso de Mia, muitas outras ocorrências foram registradas no país e o governo quer uma maior intervenção dos Centros de Bem-Estar Infantil.

O governo estuda criar uma área exclusiva destinada a “intervenção” em cada centro, cuja função será ter especialistas que possam agir com maior propriedade em casos de maus-tratos.

A revisão na lei será enviada ao parlamento japonês na metade de março.

O ministério quer colocar advogados, médicos e demais especialistas em todos os centros.

O ministro da saúde do Japão, Takumi Nemoto, disse durante uma coletiva de imprensa na sexta-feira (8) que “para que os centros cumpram as suas funções como centros de proteção as crianças, é preciso reforçar a base do sistema”.

Fonte: Asahi Shinbun Digital 

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