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KOBE – O supercomputador Fugaku começou a operar um ano antes do previsto no Riken, o Centro de Pesquisas Científicas, localizado em Kobe, província de Hyogo.

A estreia do novo supercomputador produzido pela Fujitsu estava prevista para 2021, mas o surto do COVID-19 acelerou a inicialização dos sistemas da nova máquina.

A expectativa é que ele seja usado para fazer análises sobre o novo coronavírus. Na sexta-feira (15) o time responsável pelo gerenciamento do Fugaku divulgou as possibilidades de pesquisas proporcionadas pelo novo supercomputador.

Com a alta capacidade de cálculo do Fugaku será possível prever as mudanças estruturais nas células humanas no momento em que o coronavírus entra em contato com elas. A análise dessas mudanças pode ser essencial e fornecer informações importantes para o desenvolvimento de remédios contra a doença.

Outras pesquisas envolvem os impactos econômicos causados pela pandemia. Utilizando dados de empresas relacionados à quantidade de negócios e vendas realizadas, será possível calcular e prever o prejuízo causado a indústria e as regiões onde cada empresa está instalada.

O grupo responsável pelo Riken e o Fugaku esperam que o novo supercomputador seja útil não somente nas pesquisas relacionadas ao coronavírus, mas também no fornecimento de dados que possam ser úteis na vida cotidiana das pessoas.

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